Lista dos indicados do 13º Premio APTR de Teatro

13º Premio APTR de Teatro. Lista dos indicados em cada categoria:

– AUTOR

LEANDRO MUNIZ por A VIDA NÃO É UM MUSICAL – O MUSICAL
LEONARDO NETTO por A ORDEM NATURAL DAS COISAS
MARIANA LIMA por CÉREBROCORAÇÃO
PABLO CAPISTRANO E HENRIQUE FONTES por A INVENÇÃO DO NORDESTE
PEDRO BRÍCIO por O CONDOMÍNIO

– DIREÇÃO

BIA LESSA por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
BRUCE GOMLEVSKY por UM TARTUFO
DUDA MAIA por ELZA
GUILHERME LEME GARCIA por ROMEU E JULIETA
QUITÉRIA KELLY por A INVENÇÃO DO NORDESTE
TADEU AGUIAR por BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

– CENOGRAFIA

BELI ARAÚJO E CESAR AUGUSTO por INSETOS
CAMILA TOLEDO COM COLABORAÇÃO DE PAULO MENDES DA ROCHA por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
DANIELA THOMAS por ROMEU E JULIETA
DÓRIS ROLEMBERG por A ÚLTIMA AVENTURA É A MORTE
MATHIEU DUVIGNAUD por A INVENÇÃO DO NORDESTE

– FIGURINO

CLAUDIO TOVAR por O HOMEM DE LA MANCHA
JOÃO PIMENTA por DOGVILLE
JOÃO PIMENTA por ROMEU E JULIETA
MARIA DUARTE e MÁRCIA PITANGA por UM TARTUFO
NEY MADEIRA E DANI VIDAL por BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

– ILUMINAÇÃO

BINHO SCHAEFER E BIA LESSA por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
FELICIO MAFRA por MEMÓRIAS DO ESQUECIMENTO
MARCELO LAZZARATTO por ILHADA EM MIM – SYIVIA PLATH
MONIQUE GARDENBERG E ADRIANA ORTIZ por ROMEU E JULIETA
RENATO MACHADO por ELZA

– MÚSICA

EGBERTO GISMONTI (MÚSICA) E DANY ROLAND (TRILHA SONORA) por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
FELIPE STORINO E FÁBIO STORINO por A ÚLTIMA AVENTURA É A MORTE
FABIANO KRIEGER E GUSTAVO SALGADO (DIREÇÃO MUSICAL) E FABIANO KRIEGER E LEANDRO MUNIZ (MÚSICAS ORIGINAIS) por A VIDA NÃO É UM MUSICAL – O MUSICAL
PEDRO LUÍS, LARISSA LUZ E ANTÔNIA ADNET por ELZA
THEREZA TINOCO (MÚSICA ORIGINAL) e TONY LUCCHESI (ARRANJOS e DIREÇÃO MUSICAL) por BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL

– ATOR EM PAPEL COADJUVANTE

CLAUDIO GALVAN por ROMEU E JULIETA
MATEUS CARDOSO por A INVENÇÃO DO NORDESTE
NILTON BICUDO por MOLIÈRE, UMA COMÉDIA MUSICAL DE SABINA BERMAN
ROBSON MEDEIROS por A INVENÇÃO DO NORDESTE
VITOR THIRÉ por VOU DEIXAR DE SER FELIZ POR MEDO DE FICAR TRISTE?

– ATRIZ EM PAPEL COADJUVANTE

ELENCO COADJUVANTE (KÉSIA ESTÁCIO, JANAMÔ, KHRYSTAL, LAÍS LACORTE, VERÔNICA BONFIM, JÚLIA TIZUMBA) por ELZA
GEORGETTE FADEL por MOLIÈRE, UMA COMÉDIA MUSICAL DE SABINA BERMAN
LUISA ARRAES por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
STELLA MARIA RODRIGUES por ROMEU E JULIETA
STELLA MIRANDA por O FRENÉTICO DANCIN DAYS

– ATOR PAPEL PROTAGONISTA

BRUCE GOMLEVSKY por MEMÓRIAS DO ESQUECIMENTO
CAIO BLAT por GRANDE SERTÃO: VEREDAS
DANIEL DANTAS por O INOPORTUNO
JOÃO VELHO por A ORDEM NATURAL DAS COISAS
MATHEUS NACHTERGAELE por MOLIÈRE, UMA COMÉDIA MUSICAL DE SABINA BERMAN

– ATRIZ EM PAPEL PROTAGONISTA

AMANDA ACOSTA por BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL
AMANDA LYRA por QUARTO 19
GISELE FRÓES por O IMORTAL
LARISSA LUZ por ELZA
MARIANA LIMA por CÉREBROCORAÇÃO

– ESPETÁCULO

BIBI, UMA VIDA EM MUSICAL
ELZA
GRANDE SERTÃO: VEREDAS
A INVENÇÃO DO NORDESTE
A ÚLTIMA AVENTURA É A MORTE

Jurados desta edição:

– Daniel Schenker

– Bia Radunsky

– Maria Siman

– Macksen Luiz

– Lionel Fischer

– Rafael Teixeira

– Renata Magalhães

– Rodrigo Fonseca

– Tania Brandão

– Wagner Corrêa

– APTR

Sobre a discussão sobre a obrigatoriedade do DRT.

Junto com outras entidades juridicamente compostas, a APTR assinou ontem uma carta dirigida ao SATED SP, órgão que participará oficialmente da discussão sobre a obrigatoriedade do DRT. A APTR se juntou a outras entidades no movimento liderado e iniciado pelos coletivos Mova, Reage Artista e Mater.
O ministro da Cultura, Sérgio Sa Leitão, encaminhou pleito de adiamento da votação, que aconteceria no próximo dia 26, no STF. Hoje, a ministra Carmen Lucia, relatora da mudança de lei, acatou o adiamento e promoverá debate com as entidades para esclarecer o assunto.

São Paulo, 11 de abril de 2018.

Ao SATED-SP
Sr. Dorberto Carvalho
Presidente do Sindicato dos Artistas e Técnicos de São Paulo

Ref.: ADPF n° 293.

Prezado Dorberto,

A Associação Nacional das Entidades Culturais Não Lucrativas – ANEC, entidade composta pelo Instituto Tomie Ohtake, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Instituto Itaú Cultural, Fundação CSN, Instituto Cultural Inhotim, Fundação Roberto Marinho, Instituto Alfa de Cultura, Instituto de Arte e Cultura do Ceará, Sociedade de Cultura Artística, Instituto CPFL e Museu de Arte Moderna de São Paulo, a INTERARTIS BRASIL, a Associação Brasileira de Teatro Musical – ABTM, a Associação de Produtores Teatrais Independentes – APTI, a Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro – APTR e a Associação Brasileira das Organizações Sociais de Cultura – ABRAOSC, entidade que tem como associadas a Associação Amigos do Projeto Guri, ACAM Portinari, Associação do Paço das Artes, AJFAC, Associação Museu Afro Brasil, Associação Museu de Arte Sacra de São Paulo, APAA, São Paulo Companhia de Dança, Catavento Cultural e Educacional, Idbrasil, IASPM (BA), INCI, Instituto Odeon, POIESIS, Santa Marcelina, SP Leituras, Associação dos Amigos Artistas da Praça e a Casa Museu de Artes e Artefatos, vêm, através da presente carta, informar que estão alinhadas ao posicionamento manifestado pelo SATED-SP no curso da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n° 293, em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal.

A Lei n° 6.533, de 24 de maio de 1978, representa uma conquista histórica do setor cultural, que teve por consequência o reconhecimento do fazer artístico enquanto profissão, devidamente regulamentada. A despeito do que alega a Procuradoria-Geral da República nos autos da ADPF n° 293, a necessidade de registro profissional não implica cerceamento da liberdade de expressão da atividade artística e da liberdade profissional, nem representa qualquer espécie de censura à liberdade de criação.

Nesse contexto, aproveitamos o ensejo para manifestar o interesse da entidades em oferecer apoio jurídico nas manifestações escritas e orais no curso da ação. Tendo em vista que a ação já está pautada no referido Tribunal Superior, com data de julgamento marcada para 26 de abril de 2018, solicitamos ao SATED-SP que, se entender pertinente, protocole um pedido, o mais brevemente possível, solicitando o adiamento do julgamento, de forma a permitir o protocolo pelas entidades signatárias dessa carta de seus pedidos de ingresso como AMICUS CURIAE. Como é sabido, o entendimento atual do STF é no sentido da impossibilidade de ingresso de qualquer interessado como AMICUS CURIAE após a ação ter entrado em pauta, de forma que, caso o julgamento não seja adiado, as entidades não poderão se manifestar formalmente no processo.

Sendo o que nos cabia para o momento, agradecemos pela disponibilidade e reiteramos nossos votos de mais elevada estima e consideração.
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Associação Nacional das Entidades Culturais Não Lucrativas – ANEC

INTERARTIS BRASIL

Associação Brasileira de Teatro Musical – ABTM

Associação de Produtores Teatrais Independentes – APTI

Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro – APTR

Associação Brasileira das Organizações Sociais de Cultura – ABRAOSC

Nota de esclarecimento – Campanha Teatro Para Todos

Em nota da assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Cultura, publicada no Globo on line, foi dito que “em gestão pública não existe acordo verbal”. Bom, nós produtores culturais, cumprimos nossos acordos verbais. No dia 17 de janeiro, em reunião na casa do poeta Geraldo Carneiro, houve um encontro de 4 produtores do colegiado da APTR – Norma Thiré, Bianca De Felippes, Nando Libonati e Eduarda Barata –, no qual a recém-empossada secretária, “explicou seus planos á frente da pasta”. Na ocasião, Nilcemar reconheceu a importância da Campanha Teatro Para Todos e prometeu dar continuidade ao projeto em 2017.

Reunião realizada em 17 de Janeiro de 2017

 

 

 

 

 

 

Seguindo orientação da secretaria e de seus assessores, em junho, protocolamos todos os documentos encaminhados para abertura de processo do patrocínio da campanha. Como até agosto o processo não andava, nem ganhava número, fomos ao encontro da secretária para falar sobre a Campanha.

Protocolo de envio de documentos para abertura do processo de patrocínio em 28/06/2017

A nota diz ainda que “em 22 de agosto último, a diretoria da APTR foi recebida pela secretária municipal de cultura, Nilcemar Nogueira, em seu gabinete. Na ocasião, ao entregar uma placa de agradecimento à secretária (pelo patrocínio ao Prêmio APTR), foi dito claramente à diretoria da associação que este ano não seria possível patrocinar o projeto Teatro Para Todos. Portanto, diferentemente do que afirma o comunicado da APTR, não houve nenhum tipo de compromisso verbal da SMC em relação ao projeto”.

 

Book de fotos e pendrive entregues à Secretária em 22 de Agosto de 2017

No entanto, o fato é: fomos recebidos pelos gestores da SMC – André Marini, Vagner Fernandes e Carlos Corrêa. Aguardamos um pouco mais de duas horas até a chegada da secretária Nilcemar. Nunca entregamos uma placa de agradecimento e sim um book e um pendrive com fotos e imagens do prêmio, uma espécie de relatório, já que a secretária não esteve presente no evento. Mais cedo, no mesmo dia, Nilcemar havia se encontrado com a secretária de fazenda do Município e nos informou sobre o crítico cenário financeiro do município e da pasta de cultura, mas que ainda assim, não desistiria de tentar apoiar a Campanha.

Reunião com a Secretária em 22 de Agosto de 2017

Na mesma nota, a assessoria comunicou que “reconhece a importância do teatro para cultura da cidade, tanto que patrocinou a edição 2017 do Prêmio APTR, com cessão gratuita do Centro Municipal João Nogueira – Imperator, onde, em abril, aconteceu a premiação”. Para esclarecimento: a edição 2016 do Prêmio APTR, realmente aconteceu em abril de 2017, no Imperator. Porém, o valor aportado pela prefeitura foi de 100 mil e não 150 mil. Informamos, ainda, que em todas as edições do APTR, que aconteceram no Imperator e no Carlos Gomes, nunca nos foi cobrado, absolutamente nada.

Publicação do extrato contratual em 18 de Abril de 2017

Comunicado sobre o cancelamento da Campanha Teatro Para Todos 2017

COMUNICADO

A Associação dos Produtores de Teatro – APTR – torna público o cancelamento da Campanha TEATRO PARA TODOS 2017 e oficializa o motivo: o não cumprimento da promessa verbal da Secretaria Municipal de Cultura em patrocinar a única ação de popularização de ingressos e acesso ao teatro, no Rio de Janeiro.

A Prefeitura foi, em sete edições, a principal patrocinadora do Teatro Para Todos, evento que já faz parte do calendário cultural da cidade e é aguardado ansiosamente, ao final de cada ano, pelo cidadão carioca.
Lançada em dezembro de 2003, a Campanha tem como principais objetivos: fomentar e revitalizar o público; possibilitar a cobrança do ingresso com valor menor do que a meia-entrada; estimular a frequência nos teatros, nos meses de novembro e dezembro, período tradicionalmente de queda nas bilheterias; impulsionar a economia da cultura e contribuir com a formação de novas plateias.

O cancelamento da décima quinta edição da Campanha Teatro Para Todos, prejudica os profissionais das artes cênicas e a comunidade artística. Prejudica o amante do teatro e as classes menos favorecidas economicamente, que, na Campanha, têm a possibilidade de assistir à maioria dos espetáculos em cartaz. Prejudica a economia da cidade e da cultura.

A APTR lamenta o atual cenário de falência e descaso do poder público em relação à cultura, à arte em geral e ao teatro em particular, em nossa cidade. A consequência é o desmonte do setor, com verbas cortadas indiscriminadamente e editais não pagos, demonstrando, assim, a total falta de gestão e políticas públicas para o setor cultural.

Comunicado sobre a Campanha Teatro Para Todos

Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro não confirmou, até a presente data, o patrocínio da 15ª edição da Campanha Teatro Para Todos. Há 8 anos contínuos, a Prefeitura do Rio de Janeiro é a patrocinadora de uma das principais ações de fomento e acesso do público ao teatro carioca. Em junho deste ano, com o aval da equipe da secretaria, demos entrada ao processo burocrático para liberação da verba, porém, logo em seguida começaram os entraves.

Acreditamos que o prefeito Marcelo Crivella reconhecerá a relevância da Campanha Teatro Para Todos e confirmará o patrocínio desta iniciativa que fortalece a democratização de todas as camadas sociais e econômicas aos bens artísticos e teatrais da cidade.

A Teatro Para Todos faz parte do calendário cultural do Rio de Janeiro. Conquistou fundamental importância para os produtores, que têm na Campanha a possibilidade de aumentar a frequência do público no período mais fraco das bilheterias, movimentando a economia da cultura e desenvolvendo a cadeia produtiva do teatro.

O que é, o que é – por Andrea Alves

O que é o que é?

Vive de cultura, gera emprego, paga impostos, produz felicidade, beleza e recursos para o país, para o Estado e para a cidade do Rio de Janeiro. Esse é o produtor cultural, responsável por gerar uma das maiores riquezas do mundo: o capital criativo. Quem é essa gente que faz tanto com tão pouco?

Somos artistas, escritores, diretores, atores, músicos, poetas… Somos muitos. Quantos somos? Temos apenas uma vaga ideia. Nosso combustível não polui, é de alta qualidade, nossa fábrica de sonhos é de primeira necessidade. Somos homens, mulheres, negros, brancos, índios, misturados. Temos todas as idades. Estamos em uma das cidades mais lindas do mundo, produzimos uma riqueza reconhecida em todo o mundo como o capital do futuro.

Somos mágicos, poetas, inventamos mundos, pessoas, histórias. Nosso desafio agora é: como continuar a sonhar? Sonhando?

Somos empresários, trabalhadores, técnicos, estudantes… Somos do ofício da cultura, investidores com olhar que projeta o futuro. No presente, lidamos com gestores arrogantes, ambiciosos equivocados, de inteligência curta, irresponsáveis e comprometidos com o seu umbigo.

Hoje ainda somos aprendizes no exercício cidadão de fazer política, de criar organizações que façam interface com os poderes representantes da democracia. Nosso Fundo Nacional de Cultura está sem fundos, nosso Fomento municipal deu cheque sem fundos, nosso Estado está no fundo do poço.

O poder executivo arrogante, abusivo, corrupto, usou dos piores instrumentos para que o público, o povo brasileiro, atirasse lama no seu próprio espelho: na sua arte. Seus heróis viraram vagabundos, desocupados, aproveitadores, usurpadores do dinheiro público. Viramos alvo. Falamos contra nós mesmos. Ingenuamente falamos contra o único mecanismo de fomento que mantém hoje a cultura no país: a Lei Rouanet. Culpamos as empresas, mas foi oferecido a eles um mecanismo de parceria, onde eles podiam fazer o (hoje politicamente incorreto) marketing cultural. Culpamos os produtores, que ganharam um certificado de gestor público sem saber e sem ter formação para isso. O mal-feito federal reverbera, então gera incertezas na lei de incentivo municipal carioca.

Fazemos teatro, cinema, música, circo, dança, ópera… Fazemos para quem? Quem nos vê, quem ouve, quem entende, quem se identifica? Buscar nossos parceiros de volta, conquistar novos, falar algo que mobilize, que faça alguém ter vontade de sair de casa, de escrever, de dizer “me tocou”! Talvez seja o nosso maior desafio e a maior conquista. Dominar os novos canais de comunicação, entender a crise, saber do potencial e de quem está disposto a pagar seu ingresso. Equilibrar as contas de uma produção.
Somos advogados, jornalistas, fotógrafos, cinegrafistas, locutores, somos fazedores, inventores, especialistas em generalidades. E somos resistentes! Vamos ao legislativo, vamos reinventar a nós mesmos e ao nosso público. A responsabilidade é de todos. A tarefa é para muitos heróis. Eles existem, estão por aí alguns trabalhando por todos silenciosamente, mantendo vivo o que resta. A tarefa é para muitas gerações. Mas é urgente.

Quem vive de cultura, quem movimenta a nossa cadeia produtiva, quem? Identifiquem-se, escolham seus pares e mãos à obra.

Andrea Alves é produtora cultural, sócia da Sarau Agência de Cultura Brasileira e integrante do colegiado da APTR